Relações e conflitos
(Direitos Autorais 21513050/2024)
Não se veja como
fraco por não agredir, não gritar, não revidar a raiva, por ter cuidado em não ferir
através das variadas formas de violência. Isso é uma aquisição que você
conquistou com a sua vivência. Isso não te torna perfeito, mas te tira do lugar
comum numa sociedade que trouxe a competição para dentro de todos os tipos de relações,
sejam elas de afeto, de amor, de amizade, de família, de crenças. Como a vida
foi relegada ao competitivismo, quem reage usando a fraqueza do bater, a fraqueza
do agredir, do gritar, do espezinhar, do falar mal, quase sempre é visto como
forte. As narrativas são criadas para favorecê-los. Os que têm a capacidade da
frieza, os que não são simples, são os mais festejados e cultuados. Claro que você
também tem os seus “dois minutos” dessas loucuras, mas “dois minutos” dentro de
uma vida não te definem! O que nos definem são os nossos hábitos e reações constantes!
O não revidar violento também não significa que você seja subserviente, omisso,
que não se defenda ou concorde com os erros. Significa apenas que você sabe quem
merece o seu tempo, atenção e dedicação, e como você é capaz de se impor pelo diálogo
e pelas ações positivas nas relações, reivindicando o que acha justo e sabendo
pedir e ceder.
Existe receita? Não! Mas
existem princípios e valores como respeito e compreensão, que ajudam a nortear
a vida!
Funciona sempre? Não! Qualquer tipo de relação depende também da outra pessoa, e se ela não consegue agir assim, você tem a opção de aguardar o tempo dela, ou de seguir sem ela. Só não se dê o direito de violentar a pessoa, seja lá de que forma for, dentro das relações que deveriam ser harmônicas.
Tem muita gente incrível se achando ruim porque tem muita gente ruim tida como incrível!
Por Sérgio Luiz Ribeiro – https://linktr.ee/sergioluizpalestranteespirita
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